Os Principais erros dos gestores na contratação de serviços no trabalho em altura

Os Principais erros dos gestores na contratação de serviços no trabalho em altura (1)

Os Principais erros dos gestores na contratação de serviços no trabalho em altura

Imagine a seguinte situação: a obra está a todo vapor, prazos apertados, demandas chegando — e a equipe responsável pelo trabalho em altura inicia suas atividades. Mas algo passa despercebido: os equipamentos de segurança estão inadequados, a equipe não tem o treinamento necessário e nenhum planejamento foi feito.

Basta um descuido para que tudo desabe — literalmente.

Infelizmente, esse cenário não é exceção. Ele se repete em muitas empresas que, na correria do dia a dia, acabam negligenciando um fator decisivo: a contratação correta de serviços especializados em trabalho em altura.

Se você é gestor, engenheiro ou tem a responsabilidade de contratar esse tipo de serviço, este conteúdo é para você. 

Aqui, vamos mostrar os principais erros que ainda são cometidos — e como evitá-los. Mais do que evitar prejuízos, você vai entender como decisões seguras protegem não apenas vidas, mas também a reputação e a continuidade do seu negócio.

O que está em jogo na contratação de serviços no trabalho em altura?

Quando o assunto é trabalho em altura, não estamos falando apenas de uma prestação de serviço — estamos falando de vidas em risco, responsabilidades legais e a reputação de toda a empresa.

Acidentes graves e até fatais

Segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, mais de 11 mil acidentes relacionados a quedas em altura foram registrados no Brasil apenas em 2023. 

A maioria envolve falta de capacitação adequada e o uso de equipamentos inseguros ou vencidos. Ou seja: erros que poderiam ter sido evitados com uma contratação mais criteriosa.

Danos à imagem e prejuízos jurídicos

Um acidente não atinge só o colaborador. Ele atinge a empresa como um todo. Um único episódio pode gerar processos trabalhistas, ações civis, multas altíssimas, embargo de obras e, o pior: desgaste na imagem da marca. Afinal, quem quer se associar a uma empresa que coloca vidas em risco?

A legislação é clara — e rigorosa

A NR 35, norma que regula o trabalho em altura, exige uma série de requisitos obrigatórios: capacitação adequada, planejamento das atividades e o uso correto de EPIs

Ignorar essas exigências é mais do que um erro — é um crime contra a segurança e pode trazer sérias penalidades aos gestores e empresas.

 

Os maiores erros dos gestores na hora de contratar serviços no trabalho em altura — e como evitá-los (1)

Os maiores erros dos gestores na hora de contratar serviços no trabalho em altura — e como evitá-los

A contratação de serviços para trabalho em altura exige atenção redobrada. 

Erros aparentemente simples podem gerar acidentes graves, multas e comprometer toda a operação da empresa. Veja os deslizes mais comuns — e como evitá-los.

 

Confiar sem checar: Não verificar a capacitação técnica da equipe

Muitos gestores se contentam com uma promessa verbal ou um portfólio bonito — mas esquecem do mais importante: a comprovação da capacitação técnica dos profissionais.

Sem o treinamento obrigatório conforme a NR 35, o trabalhador não sabe como se proteger em situações de risco, o que aumenta drasticamente as chances de acidentes graves ou fatais.

Como evitar?

Peça os certificados de treinamento atualizados e verifique se foram emitidos por instituições reconhecidas. Também é importante checar se os treinamentos estão dentro do prazo de validade (reciclagem a cada 2 anos).

 

De olho só no preço: Contratar por valor e não por competência

Quem contrata apenas pela proposta mais barata, corre o risco de pagar o dobro depois — em processos, indenizações ou até tragédias.


Empresas que cobram abaixo do mercado geralmente economizam em pontos críticos: sem estrutura técnica, EPIs precários, funcionários não registrados e ausência de seguro.

Como evitar?

Analise o custo-benefício. Desconfie de orçamentos muito baixos e avalie o histórico da empresa, os EPIs utilizados, a equipe técnica e os diferenciais oferecidos. Segurança e competência não têm preço — têm valor.

 

Ignorar a papelada: Não exigir a documentação obrigatória

É comum gestores deixarem a burocracia de lado. Mas quando o assunto é segurança, a papelada salva vidas — e protege juridicamente a empresa.

Quais documentos você deve exigir?
  • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica do engenheiro responsável)

  • Certificados de capacitação em NR 35

  • ASO (Atestado de Saúde Ocupacional de cada colaborador)

  • PPRA e PCMSO

  • Seguro de vida e responsabilidade civil

  • Inventário de Riscos e Plano de Ação para o serviço

Crie um checklist com todos os documentos essenciais e só dê início ao serviço após a conferência completa. Isso protege a empresa legalmente e garante que tudo está sendo feito dentro das normas.

 

Ignorar o que sustenta o trabalho: Não avaliar os equipamentos utilizados

Os equipamentos são a linha entre a vida e a morte no trabalho em altura. Ainda assim, muitos gestores nem sequer perguntam sobre sua procedência.

 EPIs vencidos, sem manutenção ou sem certificação podem falhar a qualquer momento. Um cinto rasgado ou um mosquetão danificado pode resultar em um acidente irreversível.

Como evitar?

Exija que todos os EPIs sejam certificados pelo INMETRO, estejam dentro do prazo de validade e passem por manutenção periódica. Solicite também a ficha técnica e os registros de inspeção.

 

Fechar os olhos para o passado: Não verificar o histórico da empresa

Na pressa de contratar, muitos gestores esquecem de olhar para o passado da empresa prestadora. E isso pode custar caro no futuro.

Empresas com histórico duvidoso podem repetir erros, abandonar obras, descumprir prazos ou atuar de forma irregular.

Como evitar?

Peça referências, pesquise avaliações online, solicite contatos de clientes anteriores e, se possível, visite obras realizadas. Isso mostra profissionalismo, seriedade e comprometimento da contratada.

Mais do que cumprir a lei proteger vidas é dever de todo gestor (1)

Mais do que cumprir a lei: proteger vidas é dever de todo gestor

Na contratação de serviços no trabalho em altura, cada decisão conta — e erros aparentemente pequenos podem gerar consequências irreversíveis: acidentes, prejuízos financeiros e danos à imagem da empresa.

Mas isso pode ser evitado com um simples passo: escolher uma empresa que une conhecimento técnico, compromisso com a segurança e respeito à vida.

A Norma Seg é referência em engenharia de segurança para atividades em altura. Atuamos com excelência, responsabilidade e total conformidade com a NR 35. 

Nossa equipe é composta por profissionais altamente capacitados, utilizando apenas equipamentos certificados e testados — porque cada detalhe importa quando o assunto é salvar vidas.

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Perguntas Frequentes sobre a Contratação de Serviços no Trabalho em Altura

O que diz a NR 35 sobre trabalho em altura?

A NR 35 estabelece as diretrizes de segurança para trabalhos realizados a partir de dois metros de altura. Ela exige treinamento, planejamento, equipamentos adequados e medidas de prevenção.

Qual a documentação obrigatória que devo exigir de uma empresa contratada?

Deve-se solicitar: ART, certificados NR 35, ASO, PPRA, PCMSO, seguro e comprovantes dos EPIs utilizados.

Empresas sem certificação podem prestar esse tipo de serviço?

Não. A legislação exige formação e certificação específica. Contratar empresas sem essa conformidade pode gerar acidentes e processos legais.

Qual o risco de contratar empresas mais baratas?

Empresas muito baratas podem não seguir os protocolos exigidos por lei, aumentando o risco de acidentes, prejuízos e responsabilidade legal para o contratante.

Como posso saber se uma empresa é confiável?

Pesquise o histórico, exija documentação, converse com clientes anteriores e avalie o comprometimento com a NR 35 e outras normas regulamentadoras.



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